MINI CURSOS

Os mini cursos são atividades pré congresso com o objetivo de promover intercâmbio científico e atualização profissional. Acontecem em 07-09, no Colégio Santo Amaro, Rua 19 de fevereiro em três ciclos (CICLO I: de 9 às 11h ,CICLO II: de 11,30h às 13,30h ,CICLO III de 14 às 16h). A inscrição é gratuita e feita através dos botões em cada mini curso.
Ciclo I
Horário: 9h às 11h
25 Vagas para cada curso

Resumo: Quando se chega à tão falada meia idade, o ‘valor’ do ser humano diminui, pois, seu valor no mercado de trabalho e na sociedade fica reduzido, suas possibilidades ficam restritas ao que sua idade ‘permite’; sua sexualidade vai sendo negada, além de suas características de gênero começarem a ser reprimidas, homogeneizando o feminino e o masculino. Inicia-se a mortificação do ser humano, sem ele ainda ter morrido! Não se pode ter mais beleza, amor, libido ou capacidade produtiva. Resta uma pergunta definitiva… quem disse isso? A partir desta indagação surge o conceito de metanóia, que é um período que se inicia após os 40 anos, onde potencialmente ocorre um grande questionamento no que diz respeito ao vir a ser no mundo. Acredita-se que sentimentos de desalento, angústia, depressão e pensamentos ligados à morte física e/ou simbólica podem surgir neste momento. Faz-se necessário então vislumbrar novas esperanças de vida, onde perspectivas de liberdade e de recriação da própria vida surjam, dando lugar a uma vida mais autêntica e verdadeira. (Arcuri, 2012) Neste sentido, o presente minicurso consiste em uma apresentação teórico-vivencial sobre a Metanóia, onde serão trazidos conceitos e utilizado técnica expressiva para se aprofundar o significado do referido conceito.

Rosâne Mello – Enfermeira (UFRJ), Mestre em Enfermagem (UFRJ), Doutora em Enfermagem Psiquiátrica (USP), Especialista em Arteterapia (POMAR). Professora de Enfermagem Psiquiátrica e Saúde Mental (UNIRIO). Organizadora do Evento Saúde & Arte da Escola de Enfermagem Alfredo Pinto-UNIRIO. Pesquisadora e organizadora de cursos sobre Oficinas Expressivas e Cuidado na rede pública de saúde do Rio de Janeiro.

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Resumo: O processo de criação textual envolve muitas camadas da psique. É um trabalho que se desenvolve a partir da linguagem, que é estabelecida em conexão e diálogo constante entre o consciente e inconsciente pessoal / coletivo. Contar e criar histórias é uma possibilidade segura de, em tempos líquidos, garantir a manutenção de saberes ancestrais e da cultura de pequenos e grandes grupos sociais. É por intermédio delas que se pode conquistar a segurança e a estabilidade necessárias para manter grupos coesos, sejam eles familiares, empresariais ou geográficos. São as histórias que explicam quem somos aos pares e aos grupos nos quais se está inserido. É através das histórias que se toma conhecimento da própria origem. E estão sempre cheias de mitos e ritos. A Bíblia é o maior exemplo disso. As histórias são o guia e o bálsamo de nossa existência. Servem de exemplo e reflexão. Podem curar as nossas feridas. A principal função das histórias é, em primeira e última instância, a de dar “sentido” às nossas vidas. Dar significado a nossa existência, às pessoas e às coisas que nos cercam. Ou seja: uma questão de sobrevivência.

Marcya Vasconcellos – Arteterapeuta Clínica (AARJ nº 170) , Doutoranda em Psicologia Social na Universidad Argentina John Kennedy. Mestre em Ciências Pedagógicas pelo ISEPE. Especialista em Psicologia Junguiana pelo IBMR. Licenciatura Plena em Português-Francês pela UFRJ. Professora de Escrita Criativa e Metodologia da Pesquisa na Especialização em Arteterapia da POMAR. Facilitadora de SoulCollage® e Terapeuta MARI®. Pesquisa os temas: produção textual em arteterapia, histórias de famílias, questões do feminino e de mulheres idosas.

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Resumo: Todos nós necessitamos do encontro com o outro para o encontro consigo mesmo. Esta é a faísca geradora do conhecimento e da transformação que é parte potencial em nós. O que significa ser mulher num mundo do homem para àquelas de nós que não desejam ficar em casa e ficar “´parecidas com nossas mães”, nem batalhar agressivamente e “ficar parecidas com homens”?
Por que muitas mulheres em casamentos convencionais, submetidas à formas confinadas e forçadas a carregar o peso do sentimento por dois seres humanos, subitamente se sentem zangadas e estão entrando com pedidos de divórcio, em profusão? As respostas podem ser encontradas na ânsia de uma mulher de ser autenticamente feminina e se experimentar integralmente como mulher, e ao mesmo tempo, ser um indivíduo forte e independente, cujo poder e autoridade estão enraizadas dentro de si.

Irene Gaeta – Arteterapeuta, Psicóloga, Mestre e Doutora em Psicologia Clínica PUC/SP. Analista Junguiana IJUSP/AJB, Membro da International Association for Analytical Psychology – IAAP. Coordenadora da Pós-Graduação em Psicoterapia Junguiana, Psicogerontologia, Terapias Corporais e Artísticas em Psicologia Analitica na Universidade Paulista UNIP. Autora dos livros Memória corporal, Arteterapia e o corpo Secreto, Arteterapia e Mandalas, Psicoterapia Junguiana, Sonhos e Arte.

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Resumo: Viver é um constante rasgar-se e remendar-se, expressou Guimarães Rosa, portanto, uma constante tessitura-vida.Esta tessitura, a que Jung chamou Processo de Individuação, é um obrar contínuo de desenvolvimento psíquico na articulação da Vida Consciente e do Inconsciente Pessoal e do Inconsciente Coletivo, que é fonte primordial de sabedoria. Nosso trabalho neste Processo de Individuação / Vida nesta fase da vida deve privilegiar a exaltação da BIOGRAFIA.Como articular a BIOLOGIA e a BIOGRAFIA? Sendo assim, resgatar a história pessoal é uma tarefa sagrada que promove segurança e alegria, na arte maior que é a CELEBRAÇÃO DA VIDA.

Dulcinea da Mata Ribeiro Monteiro – Psicóloga, Analista Junguiana- IAAP; Gerontóloga-SBGG; Mestre em Educação. Especialização:Saúde e Envelhecimento do Idoso, Psicologia Médica, Psicopedagogia. Graduação: Psicologia, Pedagogia, Filosofia. Palestrante e consultora em Preparação para Aposentadoria. Livros publicados: Aposentadoria: Ponto de Mutação?; Metanóia e Meia-idade (org), Ed Paulus; Puer-Senex;, Ed Vozes; Depressão e Envelhecimento(org); Espiritualidade e Finitude. (org), entre outros.

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Resumo: Desde tempos imemoriais a música vem sendo usada de maneira prática e especulativa visando fins medicinais. Na índia, a antiga noção de “música das esferas” reservava à música o importante papel de integrar o ser humano ao som cósmico do universo, com seus planetas e astros em movimento. Na Grécia, a antiga noção hindu de música das esferas” foi mantida e desenvolvida por Pitágoras, enquanto se atribuía à música a capacidade de provocar respostas psico-fisiológicas (etos ou ethos) nos indivíduos, de acordo com dois grupos gerais: músicas dionisíacas (relacionados ao instinto e ao êxtase) ou apolíneas (relacionadas à razão e à contemplação). A dimensão dos afetos acrescentou ao etos um componente de subjetividade que escapava aos antigos: uma mesma música pode ter significados diferentes para indivíduos diferentes, de acordo com suas histórias de vida. A história individual, com sua trilha sonora interior, encontra-se imbricada com o contexto histórico e com as paisagens sonoras que influenciam e são influenciadas pelo indivíduo. Considerando os universos, os etos, os afetos e os contextos relacionados com a música, o mini-curso pretende refletir sobre possibilidades de utilização da música na Arteterapia.

Luiz Costa-Lima Neto – Nasceu no Rio de Janeiro, 1964. É professor de música na Escola Técnica de Teatro Martins Penna (1993…) e nos cursos de formação e pós-graduação em Arteterapia da Clínica Pomar (2006…). É mestre e doutor em Musicologia pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro/UNIRIO e realiza atualmente pesquisa de pós-doutorado na Universidade Federal Fluminense/UFF. Sua dissertação de mestrado “A Música Experimental de Hermeto Pascoal e Grupo (1981-1993): Concepção e Linguagem” foi publicada em inglês pela Pendragon Press (2015), e sua tese de doutorado ” Música, Teatro e Sociedade nas Comédias de Luiz Carlos Martins Penna (1833-1846): entre o Lundu, a Ária e a Aleluia” pela Lexington Books/Rowman and Littlefield (2017). Foi guitarrista e cantor na banda Tao e Qual, com a qual se apresentou junto a escritores, atores, artistas plásticos e videomakers. Participou como compositor de Panoramas e Bienais de Música Brasileira Contemporânea e em numerosas peças teatrais, tendo recebido prêmios nas categorias de melhor direção musical, trilha sonora original e sonoplastia. Recebeu o Prêmio CAPES de Tese na área de Artes/Música (2015) e o II Prêmio de Estudos Musicológicos Latino-americanos “Príncipe Francesco Maria Ruspoli” (2016), além do Prêmio FUNARTE de Produção Crítica em Música (2017).

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Através da Arteterapia, podemos abordar muitos temas usando o corpo como base para exercícios ricos em significados. Usando o símbolo da árvore como ponto de partida para experiências e jogos corporais, podemos fertilizar o campo do autoconhecimento. Recorrendo a exercícios de tradições e técnicas diversas como a Yoga e o Tai Chi Chuan, da Expressão Corporal, e da Somaterapia , experimentaremos a força da flexibilidade do corpo, a importância de nossas raízes, os ciclos da vida, e nosso caminho de autoconhecimento. A vivência se completará com o exercício da Árvore, criado para atender a populações muito traumatizadas, por seu potencial estruturante de fortalecimento da identidade e seu papel no mundo.
Objetivo: Experimentar diversos exercícios e formas de abordar corporalmente o tema da árvore em Arteterapia.

Alex Xavier – Médico  homeopata formado pela Uerj , especializado pela Uni-Rio; arteterapeuta  formado pela  Pomar, professor  de Corpo e Movimento no curso de pós graduação em Arteterapia da Pomar, Terapeuta de Zen-shiatsu , Watsu e Massagem  Ayurvédica.

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Ciclo II
Horário: 11h30 às 13h30
25 Vagas para cada curso

Resumo: Ritos Ancestrais estão enraizados no imaginário humano, habitando desde tempos imemoriais as dimensões mais profundas de nossa vida psíquica. Resgatá-los, reconhecê-los, e integrá-los em estratégias simbólicas, expressivas, e arteterapêuticas, pode auxiliar na construção de contextos propícios à vivências criativas, transformadoras e relevantes, tanto no âmbito individual quanto coletivo. Deste modo, espaços cotidianos podem temporariamente transmutar-se em espaços sagrados, propiciando nutrição anímica e regeneração psíquica.

Angela Philippini – Arteterapeuta AARJ n-03, Artista Plástica, Psicóloga, Doutora em Ecologia Social pelo EICOS-UFRJ, Mestre em Criatividade pela Universidade de Santiago de Compostela, Espanha- Diretora Acadêmica da AARJ, Membro Honorário da UBAAT e da SPAT, Diretora da Clínica Pomar de Arteterapia, Coordenadora da Pós graduação Lato Sensu em Arteterapia Convênio Pomar-Favi- Autora de diversos  livros de arteterapia , Editora da Revista de Arteterapia Imagens da Transformação.

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Neste mini-curso, didático-experiencial, estarei apresentando princípios que facilitam e orientam o trabalho de Arteterapia com grupos em contextos clínicos, institucionais e comunitários. Uma experiência grupal será proposta com o objetivo de explorar, através da Arteterapia, as dimensões poéticas tanto individuais como interdependentes de nossas existências, e como estas podem vir a se tecer, entrelaçar e entretecer ao longo dos encontros.
Aos participantes deste mini-curso serão dadas sugestões de como orientar suas intervenções e propor experimentos a partir do conhecimento sobre as diferentes etapas da vida de um grupo e os níveis sistêmicos presentes nos processos grupais. Um esquema com 9 passos na condução de dinâmicas grupais em Arteterapia será proposto e vivenciado com vistas a poder ser aplicado posteriormente, pelos participantes, em seus contextos de trabalho.

Selma Ciornai – Fundadora (1989) e co-coordenadora dos cursos de Formação em Arteterapia do Inst. Sedes Sapientiae, SP e do Inst. Da Família de POA. Doutora em Psicologia Clínica pela Saybrook Univ, EUA/ validação USP) . Mestre em Arteterapia (California State University, 1980), recebeu o título de ATR (credenciamento da Ass. Americana de Arteterapia- AATA). Membro fundador da AATESP e membro honorário da UBAAT e da SPAT (Sociedade Portuguesa de Arteterapia). Gestalt-terapeuta, foi pioneira na introdução da abordagem Gestáltica em Arteterapia no Brasil, coordenando também grupos de estudo nesta abordagem no Rio de Janeiro. Colaborou como docente convidada nos programas de formação em Arteterapia da Univ .do Chile e da SPAT. Autora e organizadora das séries ” Percursos em Arteterapia,” e “ Arteterapia: desafios da contemporaneidade”, teve em 2016 dois capítulos publicados em inglês na enciclopédia ” The Willey Handbook of Art Therapy”. Professora convidada em vários estados, atende como psicoterapeuta em SP.

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Resumo: O Minicurso, Pequena África Brasileira: Memória, resistência e liberdade, propõe uma atividade de campo, visitando sítios arqueológicos e históricos na região portuária da cidade do Rio de Janeiro, pelos locais inscritos no circuito turístico da herança Africana . A partir do Cais do Valongo e do Cemitério dos Pretos Novos, vivenciar e discutir sobre a importância da escravidão e a diáspora Africana na formação da identidade cultural brasileira.

Guiados por práticas arteterapêuticas , promover reflexões e produções simbólicas que possam ressignificar os vínculos e laços afetivos , pessoais e coletivos com a cultura Africana. Buscar ainda perceber no tecido social , e na formação da vida comunitária dessa região os traços de esquecimento, dor e sofrimento que ligam a África ao Brasil desde a escravidão do séc XVIII e XIX até os dias de hoje.

Marcelo Adão – Nascido em Itabira – MG . Associado da AARJ (693/1015) – Arteterapeuta na Clínica POMAR / Ateliê Arte Livre – RJ (2017) / Voluntariado no Projeto Novos Rumos de Humanização Hospitalar – INCORPORARTE – HFSE-RJ (2017) / Pós-graduado em Arteterapia INTEGRARTE-MG/FAVI(2012) / Graduado em Artes Plásticas – GUIGNARD-UEMG(2010).

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Resumo: Cenas que saltam em múltiplas narrativas de vida é um convite para cada participante apresentar a sua trajetória de vida, suas origens, seus gostos, suas dificuldades, os seus sonhos – a sua localização no mundo a partir da confecção de uma assemblagem. Também serão destacados propriedades e benefícios dessa modalidade em um processo arteterapêutico. Evidenciar a possibilidade de um maior diálogo entre o consciente e o inconsciente, bem como suas origens e utilizações ao longo do tempo. A assemblagem propicia o contato com uma enorme gama de materiais diversos. Esse fato vale como estratégia para uma maior conscientização em torno da problemática ambiental atual.

Hilton Miguel – Arteterapeuta – AARJ 493 – Especialista em Psicologia Junguiana – FAMATH – 2016, Especialista em Arteterapia _ISEPE/POMAR – 2010, Especialista em Educação de Jovens e Adultos – UCAM – 2005, Habilitações Pedagógicas – FICAB – 1982, Graduado em Matemática com habilitação em Física e Desenho Geométrico – FAHUPE – 1977, Artesão.

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Resumo: A cultura brasileira é mesclada por várias etnias e perpassa por diversas práticas míticas advindas de sua colonização. Devido a essa diversidade cultural, no Brasil, as tradições se entrelaçam, mas, também, mascaram uma falsa identidade nacional. Compreender essa diversidade que interage num mesmo espaço geográfico e simbólico é de suma importância para o reconhecimento da singularidade do nosso povo. Sendo assim, o estudo da Narrativa do orixá Obaluaê pode auxiliar muito os estudiosos da psique, uma vez que este universo simbólico está enraizado profundamente na alma brasileira e compõe um manancial imenso de significado psicológico e arquetípico. Essa narrativa apresenta a trajetória de um processo de individuação, ser aquilo para o qual foi destinado, que pode ser representada através das etapas alquímicas relacionados ao arquétipo do curador ferido.

Márcia Regina Costa Lima – Pós Graduada em Psicologia Junguiana – Universidade Estácio de Sá – 2015. Pós Graduada em Arteterapia – Clínica POMAR/SPEI -2013. Formação em Arteterapia – Clínica POMAR – 2008. Graduada em Filosofia. Docente da Disciplina Atelier Arteterapêutico na Formação Clínica em Arteterapia da Clínica Pomar. Atendimento à Criança com Necessidades Especiais, Lar de Daniel Cristóvão- desde 2004. Atendimento arteterapêutico a Grupo de Mulheres com Doenças Autoimunes de Pele – (Estágio do curso de especialização da Clínica Pomar) – 2013. Atendimento arteterapêutico a Adolescentes em Situação de Risco – Casa Lar Aura Celeste – 2010. Atendimento arteterapêutico a Grupo de Mulheres com Câncer de Mama (Estágio formação da Clínica Pomar) – 2008.

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Resumo: “Não existisse a humanidade, não existiriam os deuses” (Provérbio Yorubá). As heranças culturais brasileiras de matrizes africanas, estão assentadas nas memórias ancestrais negras, berço da oralidade e “tradição”. A oralidade, tem sua essência na fala popular… Histórias, lendas, contos, causos, narrativas mitológicas que transformam-se em imagens, enredos dramáticos e artísticos, que permeiam o pensamento coletivo da comunidade. Estas estruturas míticas são base para fermentação de ideias de abertura da imaginação do sujeito: facilitando o conhecer-se melhor a si e quem está a sua volta, fazendo conexões em conversa permanente entre o consciente, o inconsciente pessoal e o inconsciente coletivo. Estas narrativas facilitam aberturas de trilhas que nos levarão ao baú secreto, aos saberes ancestrais, saberes da humanidade. Neste contexto, a partir de um conto de matriz africana, referente ao Orixá OSSAIN, o “Protetor das Folhas”, uma breve exposição teórica com foco nas “ervas, plantas sagradas e energéticas”. Em Arteterapia, com olhar ecológico e intercultural, será desenvolvida atividade arteterapêutica.

Adelia Azevedo – Pós Graduada em História da África pela UCAM, RJ – Graduada em Pedagogia pela Universidade Celso Lisboa, RJ – Arteterapeuta pela Pomar – Terapeuta Holística – Docente aposentada da Secretaria Municipal de Educação-RJ

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Ciclo III
Horário: 14 às 16h
25 Vagas para cada curso

Resumo: Ser o que realmente somos é o que Jung chamou de individuação. Criatividade e individuação caminham juntos. Utilizando a arteterapia, biodança e SoulCollage, que estimulam o processo criativo, estamos auxiliando o indivíduo a encontrar sua própria bússola.
O Self, nossa fonte de energia, é a bússola que orienta e regula a psique através dos símbolos. Os símbolos, portadores de mensagens e agentes de cura, são guias nesse processo de individuação que se estende por toda nossa jornada.

Lígia Diniz – Psicóloga e Bacharel em Artes Cênicas com pós-graduação em Psicologia Junguiana . Formação em Análise Transacional, Biodança, Terapia de Casal e Constelação Familiar. Analista Junguiana.  Membro do IJRJ (Instituto Junguiano do RJ), da AJB (Associação Junguiana do Brasil) e da IAAP (Internacional Association for Analytical Psychology). Facilitadora de SoulCollage. Arteterapeuta (AARJ 004). Membro fundador e atual presidente da AARJ- Associação de Arteterapia do RJ. Membro do Conselho Diretor da UBAAT (União Brasileira de Associações de Arteterapia).  Coordenadora de curso de formação em Arteterapia desde 1997, atua na área clínica como analista junguiana e arteterapeuta. Articulista da revista “Imagens da Transformação”, é organizadora dos Cadernos da AARJ “Estudos em Arteterapia”.  Autora dos capítulos “O Resgate da Criança Interior” no livro “Arteterapia em Revista”, “Arte: Linguagem da Alma” no livro “Arteterapia, Arquétipos e Símbolos”, “O alcance da Arteterapia aplicado em projetos sociais” no livro “Envelhecimento e Vida Saudável e “Cuidar com Arte – A Arte de Cuidar” em “Arteterapia, um Cuidador da Psique “e”Organizadora do Livro “Mitos e Arquétipos na Arteterapia” e do Livro “Arteterapia e as Deusas”.

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Resumo: A lã, segundo Bernhard (2013), pode ser considerada a mais versátil entre as fibra naturais pois sua utilização pode-se dar de diversas maneiras, a feltragem é uma delas.
A feltragem é uma das mais antigas artes de trabalhar a lã. Ela se origina da aglomeração da lã. É um tecido não tecido, pois não passa por nenhum tipo de tear; pode ser feito com agulhas, denominado feltragem seca e com água morna e sabão, denominada molhada. Pode-se também utilizar a técnica mista onde após fazer o tecido molhado, utilizar agulha para fazer imagens diversas.
É uma técnica milenar, tem sido utilizada por diversas culturas, desde os nômades da Ásia e Mongólia, assim como os guerreiros da China e os soldados de Roma.Foram também encontradas evidências deste material na Turquia – painéis de parede datados datados de 6.500 a.C – e na Escandinávia crê-se que surgiu na idade de Ferro.
Os pastores da Mongólia utilizam a feltragem na fabricação dos Yurt, que é uma tenda circular de apenas um cômodo, fornece boa proteção contra o calor e o frio, por ser a lã um material térmico. Essa tenda é carregada pelos pastores nômades em suas migrações por melhores pastagens para seus rebanhos.
Há muitas lendas em torno da feltragem. Diz-se, por exemplo, que ao ancorar a Arca, Noé achou um grosso tapete de feltro, no pequeno espaço onde se encontravam as ovelhas. Devido ao calor intenso, as ovelhas perdiam seus pelos e ao urinar em cima deles e com o seu pisotear, acabavam feltrando a lã, formando assim o tapete que foi encontrado.
Na América Latina, a Argentina ocupa o sétimo lugar na produção de gado ovino, Uruguai, 15º, Brasil, 32º lugar Com produção menores aparecem Peru, Chile, Bolívia, México, Colômbia, Equador e Paraguai.
Em 2015, aconteceu um Encontro Internacional de Feltragem em Mar del Plata, Argentina cujo ponto alto foi o vestuário com a presença de designers internacionais. Nossa proposta objetiva experimentar a técnica.

Jussara Gomes da Costa – Graduada em Psicologia – Faculdade Gama Filho, Pós-Graduada em Psicopedagogia – Faculdade Simonsen e Arteterapia – Formação Clínica em Arteterapia – Pomar, Participei dos Congressos de Arteterapia em São Paulo, Ouro Preto, Guarapari, Luso-Brasileiro e Bahia, Apresentei Trabalho nos Congressos de Guarapari e Lusobrasileiro, Facilitadora no Curso de Formação na Clínica Pomar e Arteterapeuta Clínica.
Wilma Santos Ribeiro – Graduada em Serviço Social – Faculdade Serviço Social Rio de Janeiro. Formação Clínica em Arteterapia – Clínica Pomar, Pós Graduada em Arteterapia – Clínica Pomar e Psicologia Junguiana – Universidade Estácio de Sá, Participei dos Congressos de Arteterapia em São Paulo, Ouro Preto, Guarapari, Lusobrasileiro e Bahia, Apresentei Trabalhos nos Congressos:de Guarapari e Lusobrasileiro e Arteterapeuta Clínica.

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Resumo: Objetivo: apresentar o resultado de parte do projeto de pesquisa “Artes Visuais & Inclusão”, desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa em Arte, Museus e Inclusão (GPAMI/UFPB/CNPq), durante a disciplina Ensino de Artes e Educação Inclusiva, do Curso de Licenciatura em Artes Visuais da UFPB, sob a Coordenação do Prof. Dr. Robson Xavier e do Bolsista de Pós Doutorado Prof. Dr. Aarão Pereira Júnior, no ano de 2016. Uma das maiores dificuldades das instituições culturais brasileiras, desde a década de 1990, tem sido conseguir recursos e tecnologias adequadas para investir na adaptação dos seus acervos e exposições temporárias de maneira inclusiva, seguindo as experiências de grandes instituições nacionais e internacionais e atendendo a Lei Brasileira de Inclusão, para além da acessibilidade física, várias instituições tem se dedicado a desenvolver kits ou espaços específicos direcionados as pessoas com deficiências, aplicando uma visão multissensorial e a medição inclusiva, são criadas maquetes táteis, com recursos sonoros, olfativos, legendas em braile ou língua brasileira de sinais, audiodescrição, etc. No entanto, esses recursos apresentam um alto custo de produção, por utilizarem materiais que precisam de alta resistência ao manuseio e são produzidos, na maioria das vezes, em pequena escala, o que torna o processo caro e demorado e/ou utilizam tecnologias de ponta. Considerando que, boa parte das instituições culturais brasileiras, incluindo aquelas ligadas ao serviço público, não tem recursos específicos para investir nesse tipo de ação, tornando a acessibilidade aos bens artísticos e culturais restrita aos grandes museus. Partimos do seguinte problema: como utilizar tecnologias de baixo custo para possibilitar acessibilidade às obras de arte do acervo da Pinacoteca UFPB para pessoas com ou sem deficiências visuais? Durante o ano de 2016 o Grupo de Pesquisa desenvolveu um laboratório experimental de materiais e suportes para a produção de maquetes táteis a partir dos originais de algumas obras do acervo da Pinacoteca UFPB, a partir da experimentação, seleção e descarte de materiais diversos, chegamos ao resultado final que foi a produção de maquetes táteis de baixíssimo custo e alta resistência ao manuseio, que foram utilizadas durante a exposição Arte Sensorial, exibida ao público com ou sem deficiências na UFPB, demonstrando possibilidades de acessibilidade para os acervos pictóricos com baixo custo.

Dr. Robson Xavier da Costa – Coordenador do Programa Associado de Pós-Graduação em Artes Visuais da Universidade Federal da Paraíba/Universidade Federal de Pernambuco. Ex-Coordenador da Pinacoteca da UFPB (2015/2016). Professor efetivo Adjunto II e Ex-Chefe do Departamento de Artes Visuais – DAV (2004-2007) da Universidade Federal da Paraíba (UFPB). Pós Doutorando pelo PGEHA MAC/USP (início OUT/2015 – em curso); Doutor em Arquitetura e Urbanismo (PPGAU/UFRN – 2014), Ex-bolsista do doutoramento pelo Programa Erasmus Mundus 17 da União Europeia pelo Programa de Pós-Graduação em Arquitectura da Universidade do Minho, Campus de Azurém, Guimarães, Portugal (período: SET 2010 a SET 2012), Ex-bolsista de Mobilidade de Professores Brasileiros da Fundación Carolina, Universidad de Granada, España (DEZ 2014, JAN e FEV 2015); Mestre em História (UFPB – 2007), especialista em Educação e Tecnologia da Informação e Comunicação (UFPB – 2005), Sociologia (UFPB/CEFET – 1997) e Educação Especial (UFPB – 1995), com formação em Arteterapia pela Clínica Pomar do Rio de Janeiro (2004); Licenciado em Educação Artística – Artes Plásticas (UFPB – 1993). Criador e Ex-Editor da Revista Intervenções – Departamento de Artes Visuais da UFPB. Membro da Associação Nacional de Pesquisadores em Artes Plásticas – ANPAP. Criador e Coordenador do Laboratório de Artes Visuais Aplicadas e Integrativas (LAVAIs) CCTA/UFPB; Criador e Líder do Grupo de Pesquisa em Arte, Museus e Inclusão (GPAMI), credenciado pelo CNPq. Atuando na área de Artes Visuais, Curadorias, Arte Contemporânea, Arte/Educação Inclusiva. Link para Portfólio: http://robsonxis.wixsite.com/art-portfolio

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Resumo: Benzedeiras são detentoras tradicionais de uma técnica de promoção da saúde, em seu aspecto biopsicossocial, que envolve a palavra e a performance. Os saberes multiculturais contidos na prática do benzimento, utilizados há séculos na América Latina, atendem aos aspectos de integração do ser humano com o meio ambiente e a sociedade; promovem o cuidado e o autocuidado, de acordo com a proposta das Práticas Integrativas e Complementares de Saúde, promovidas pelo Sistema Único de Saúde brasileiro. Neste sentido, esta proposta de minicurso assume a premissa da Ecologia dos Saberes, proposta por Boaventura de Souza Santos, reconhecendo a diversidade epistemológica do mundo, traduzindo-se em múltiplas concepções de ser e estar. Esses saberes tradicionais, plurais, alternativos à ciência moderna ou articulados à ela, formam novas configurações de conhecimento que podem propiciar, para arteterapeutas, novas reflexões sobre suas práticas.

Eliana Ribeiro – Especialista em Arteterapia (AARJ 143/0704); Doutora em Psicossociologia de Comunidades e Ecologia Social pelo Programa EICOS-Instituto de Psicologia da Universidade Federal do Rio de Janeiro; Mestra em História Social da Cultura(PUC-RJ); Cientista Social(UFRJ); docente do Programa de Especialização em Arteterapia da Clínica POMAR/Faculdade Vicentina.

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Resumo: As manifestações da cultura popular são preenchidas por símbolos do imaginário coletivo. Tornar acessível ao indivíduo ou grupo os elementos que compõem a criatividade desse coletivo é facilitar o resgate da memória e dos afetos que possibilitam o fortalecimento dos vínculos e sentimento de pertencimento.

Andréa Graupen – Psicóloga CRP- 02/10999 ; Arteterapeuta (03102002); facilitadora de Soulcollage®; Especialista em teoria e prática Junguiana; Mestre em Ciências das religiões – UFPB. Coordenadora do Lumen Novum – Psicologia Analítica e Arteterapia e sócia-diretora do Espaço Rizoma- Saúde, Arte e Pesquisa.
Cristina Pinto Lopes Psicóloga CRP- 02/10545; Arterapeuta (02102002); facilitadora de Soulcollage®; Terapeuta Floral(FES); Mestre em Criatividade e Inovação pela UFP – PT. Coordenadora do Lumen Novum – Psicologia Analítica e Arteterapia e sócia-diretora do Espaço Rizoma- Saúde, Arte e Pesquisa.

Edna Ferreira Lopes – Psicóloga CRP- 02/4739; Arteterapeuta (01102002), Analista em Bioenergética – CBT, Supervisora, Local Trainer; Especialista em Terapia de Casal e família; facilitadora de Soulcollage®, Sócia-Diretora do Horizonte – Desenvolvimento Humano.
*Membros fundadoras e conselheiras da UBAAT (União Brasileira das Associações de Arteterapia); Membros fundadoras da ARTE-PE ( Associação Pernambucana de Arteterapia).Coordenadoras do TRAÇOS – estudos em Arteterapia.

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Resumo: Doula, palavra grega, que quer dizer “mulher que serve”, hoje é uma ocupação para quem assiste a mulher e seu acompanhante no trabalho de parto e pós-parto. Sua função é proporcionar conforto físico, apoio emocional e suporte cognitivo durante este período; e, os estudos apontam vantagens em sua atuação, como, por exemplo, a diminuição do tempo do trabalho de parto, redução de intervenções desnecessárias e da violência obstétrica, além de favorecer o protagonismo feminino. Para isto é necessário conexão e o respeito à sua própria história e tradições, à história desta mulher, seus valores, sua cultura, seu processo pessoal neste momento que é considerado um rito de passagem. Este rito de passagem é, na maior parte das vezes, vivido em ambiente hospitalar, onde se torna mais difícil a conexão com a força e o poder feminino. Assim, cabe, também, à doula, favorecer o resgate da força, da intensidade, dos ritos amparada neste momento pelo arcabouço científico. Importante será apresentar neste trabalho histórias de algumas doulas na América Latina e como desempenham sua função.
Objetivo: Apresentar a ocupação da doula e sua necessidade em conhecer e respeitar histórias: culturas, valores, anseios, processos.

Maria Augusta Silvestre de Melo – Psicóloga, Mestre em Ciências da Comunicação (UFP), Especialista em Psicologia Clínica, Arteterapeuta, Psicodramatista, Educadora Perinatal e Doula

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Colégio Santo Amaro: Rua Dezenove de Fevereiro, 172 — Botafogo
Rio de Janeiro — RJ — Brasil
E-mail: setimocongressolatinoamericano@gmail.com

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